O bibliotecário de d. João VI

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Passeio Público, próximo à casa do bibliotecário: “melhor sítio da cidade”

Notícia e imagem – Portal História Viva

Disponível: [http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/o_bibliotecario_de_d__joao_vi.html]
Acesso em 14 nov. 2008
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Em junho de 1811, lá pelo dia 15, entrou no porto do Rio de Janeiro uma fragata portuguesa de nome Princesa Carlota. A fragata, que saíra de Lisboa em meados de março e passara por maus momentos durante a viagem – ventos contrários, calmarias prolongadas e tempestades –, estava caindo aos pedaços, e tanto a tripulação quanto os passageiros vinham esfomeados ou doentes.

Em meio aos desafortunados viajantes, encontrava-se um homem de 30 anos, chamado Luiz Joaquim dos Santos Marrocos. O português, como muitos de sua geração, vinha de Lisboa com um emprego garantido na burocracia estatal, o de bibliotecário da Real Biblioteca, e, também como muitos de seus contemporâneos, vinha com o declarado e firme propósito de melhorar de condição e retornar para junto da sua amada família na terrinha. A vida, porém, pregou uma peça neste rabugento bibliotecário. Uma vez estabelecido no Rio de Janeiro, a terra pareceu-lhe cada dia menos hostil e ele acabou por deixar-se ficar na cidade, contrariando o que escrevera ao pai poucos meses depois do seu desembarque: “Creia (…), se Sua Alteza Real me enchesse de benefícios tais que me visse elevado a um grau sublime de representação e abundância, nada faria desvanecer da minha idéia o constrangimento em que vivo e o sumo desejo de me retirar de tão mau país. Deus permita não terminar meus dias debaixo deste horizonte (…)”.

Esse imigrante português era filho de Francisco José dos Santos Marrocos, um professor de filosofia que também exercia, na Biblioteca Real da Ajuda, em Lisboa, o cargo de bibliotecário. Pouco se sabe sobre a sua vida antes de desembarcar no Brasil. Nascido na capital portuguesa, em 1781, desde 1802 ocupava a função de ajudante das Reais Bibliotecas. Durante a invasão francesa, havia servido na Junta de Direção Geral dos provimentos de boca para o exército e, pouco depois, foi nomeado capitão de uma das companhias das Legiões Nacionais para a defesa de Lisboa.
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A CRISE AMERICANA DE FORMA DIDÁTICA

Notícia e imagem – Portal PodCast VoIT

Disponível: [http://voit.uol.com.br/web/pagina.aspx?IDPagina=2285] Acesso em 13 out. 2008. ====================================================================================

John comprou uma casa no começo dos anos 90 por 300 mil dólares, financiada em 30 anos. Em 2006 a casa do John tinha valorizado e estava valendo 1,1 milhões de dólares. Uma valorização fantástica. Mesmo ainda faltando 20 anos para quitar a casa, um banco perguntou pro John se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800 mil dólares, ou seja, uma segunda hipoteca. Ele aceitou o empréstimo e fez a nova hipoteca.

John não precisava do dinheiro, pois tinha um emprego estável, morava numa simpática casa no subúrbio de uma grande cidade, mas como todo americano, não podia escutar a palavra “crédito”.

Com os 800 mil dólares – e ainda sem saber o que fazer com esse dinheiro- John soube por um amigo que o mercado imobiliário continuava valorizando. Era construir, anunciar, vender e lucrar. Um ótimo negócio e, como disseram pro John, não havia risco. John comprou 3 casas em construção, na parte mais nobre da cidade, dando como entrada 300 mil dólares e imediatamente fez mais 3 hipotecas, uma pra cada casa. Porém, no acordo feito, o valor recebido pelas 3 hipotecas era pequeno, mas suficiente para terminar a construção dos imóveis.

A diferença, 500 mil dólares, que John recebeu pela primeira hipoteca, gastou mais ou menos assim: > Se deu de presente um automóvel de luxo novo (alemão) > Comprou uma SUV – automóvel utilitário - (também alemã) top de linha e superequipada para sua mulher > Deu um carro (japonês) para cada filho. >  Equipou a casa com o que existia de mais moderno: TV de plasma (coreana) de 60 polegadas para cada quarto da casa, além de uma para a sala. > Instalou sistemas digitais que deixaram a casa inteligente > Presenteou cada membro da família com notebooks sofisticadíssimos (chineses) > Colocou um home theater de última geração (holandês) inteiramente digital

Instalou uma jacuzzi (vietnamita) para a suite do casal  pelo valor de 30 mil dólares Realizou também seu grande sonho de viagem: ir a Paris e ficar hospedado no Ritz pagando 600 euros a diária. Mesmo estando na cidade e tendo à disposição os melhores restaurantes do mundo e com grana –  emprestada, é bom lembrar - no bolso, John não abria mão do seu hambúrguer no jantar.

Tudo comprado em longas prestações, com entradas bem pequenas, tudo a crédito.  Uma farra. A esposa do John, deslumbrada com a repentina ascensão social, abusou dos 28 cartões de crédito que possuía.

Aproveitou também para fazer algumas cirurgias plásticas.   ”Seus seios ficaram lindos”, dizia John todo orgulhoso.

John era o sonho americano em forma de pessoa. O tempo passou.  O tempo, esse malvado, sempre passa. . . No começo de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que John tinha comprado e estavam em fase final de construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham liquidez.   O negócio que John tinha se metido era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas em começo de construção e revendê-las com lucro, repassando as hipotecas.

Fácil. Parecia fácil. Sempre parece fácil.   Só havia um probleminha com o negócio do John: todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas de juros das hipotecas que John pagava começaram a subir (eram pós- fixadas) e John percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.   Milhões tiveram a mesma idéia de John.   Tinha casa pra vender como nunca.

John foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou para revender, mais as prestações dos carros, dos notebooks, das tv de plasma, da jacuzzi milionária, do home theater e dos cartões de crédito. E tinham também as plásticas. Aquelas “dos seios lindos”, lembra?

Aí as casas que John comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela.

Só que John tinha gasto o dinheiro.   No momento da parcela maior, John achava que já teria revendido os 3 imóveis.

Mas os compradores tinham desaparecido.

Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento.John começou a não pagar suas milhares de contas.

Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais ao John.   E também das milhões de pessoas que compraram essas casas dos que tiveram a idéia antes do John.

John optou pela sobrevivência da família.

John entregou aos bancos as 3 casas que comprou , perdendo tudo que tinha investido.

John quebrou Ele e sua família pararam de consumir. Um sem número de Johns deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseados nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Johns em títulos negociáveis.   Com a inadimplência dos Johns, esses títulos passaram a valer pó. Bilhões e bilhões em títulos passaram a valer nada e eles estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço que esses imóveis não valiam mais.   Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava. A inadimplência dos milhões de Johns atingiu fortemente os bancos americanos e europeus que perderam centenas de bilhões de dólares.

A farra do crédito fácil acabou Com a inadimplência dos milhões de Johns, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Johns pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado. O medo dos Johns de perder o emprego fez a economia travar.

Recessão é sentimento, é medo do futuro.   Mesmo quem pode, pára de consumir. O FED (Federal Reserve, o Banco Central americano) começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimos interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo. Porém, ainda não se sabe o resultado prático dessas medidas na economia real.

Até que o impensável aconteceu… O pior pesadelo para uma economia: crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu quebrado, insolvente.  O FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse.   Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan . Mais recentemente as financiadoras de hipoteca FREDDIE MAC e FANNIE MAE também se viram em situação de quase insolvência.   Rapidamente o congresso aprovou um plano de ajuda às duas empresas.   Se elas quebrassem, teríamos um efeito cascata e o sistema desmoronaria. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que esperar.  O que começou com o John, hoje afeta o mundo inteiro.   A coisa pode estar apenas começando.   Só o tempo poderá dizer o que vai acontecer.

E o John e sua família? O John devolveu todos os bens para as financeiras e ainda ficou devendo um dinheirão.   Aventou a possibilidade de devolver as plásticas da esposa, porém logo viu que era inviável.  Mas pelo menos “os seios continuam lindos”, consola-se John.

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Biblioteconomia bíblica :)

Santo Agostinho no Estúdio, de Botticelli

 Santo Agostinho no Estúdio, de Botticelli

A ordem de Ciro é encontrada
ESDRAS 6.1-12

Então o rei Dario mandou que dessem uma busca nos arquivos reais da Babilônia, onde eram guardados os documentos. E na cidade de Ecbatana, na província da Média, foi encontrado o documento. Nele estava escrito o seguinte: “No primeiro ano do seu reinado, o rei Ciro deu ordem para que o Templo de Jerusalém fosse reconstruído, a fim de ser o lugar onde o povo apresentasse sacrifícios e ofertas a serem completamente queimadas. O Templo deverá medir vinte e sete metros de altura, por vinte e sete metros de largura. As paredes deverão ser feitas com uma carreira de madeira em cima de cada três carreiras de pedra. Todas as despesas serão pagas pelo governo. “Além disso, todos os objetos de prata e de ouro que o rei Nabucodonosor tirou do Templo de Jerusalém e trouxe para a Babilônia serão devolvidos, cada um para o seu próprio lugar no Templo de Jerusalém.”

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Bíblia na biblioteca?

Biblia na biblioteca? Você é a favor?

Bíblia na biblioteca? Você é a favor?

Site Gazeta do povo
Disponível em: [http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/ensino/conteudo.phtml?id=798272] 27/09/2008
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A Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou um projeto de lei que obriga o estado a colocar um exemplar da Bíblia em cada biblioteca pública do país.O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

O autor da proposta, deputado Filipe Pereira (PSC-RJ), argumenta que a medida visa a permitir aos seguidores da fé cristã o acesso à doutrina.

Para o relator da matéria na comissão, deputado Professor Setimo (PMDB-MA), o alto preço das publicações faz com que muitas pessoas não tenham acesso ao livro.

“No Brasil, um país predominante cristão, grande parte das pessoas, especialmente as mais pobres, nunca tiveram acesso à Bíblia Sagrada – livro de regra e fé que propicia contato com princípios éticos e morais e com valores cristãos de grande importância para os que seguem a doutrina cristã”, diz.

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Dias contados?

Fim da linha???

Fim da linha???

Por Nicholas Clee (ex-editor da revista “The Bookseller”)
Disponível em: [http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/prospect/2007/06/21/ult2678u100.jhtm] 27/09/2008

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Até onde os observadores das questões literárias conseguem se lembrar,
sempre houve previsões sobre o fim do livro. O rádio suplantará a leitura.
Os filmes suplantarão a leitura. A televisão suplantará a leitura. Os
videogames suplantarão a leitura. E agora nos dizem que a própria tecnologia
irá se tornar redundante. Todos os tipos de inovações – CD-ROMS, a Internet
e leitores de livros eletrônicos – foram apontados como substitutos da
impressão em papel.

No entanto, o livro resistiu bravamente a tais novidades. As vendas
continuam aumentando. Alguns – a série Harry Potter, memórias de
celebridades, certas seleções de clubes de livros – estão vendendo em
quantidade recorde. Até mesmo a ficção literária, aquele gênero
aparentemente fora de moda e elitista, continua encontrando grandes nichos
entre os leitores.

O que chama menos atenção é o livro como fonte de informação. Nesta área a
tecnologia está provocando um grande impacto sobre os tradicionais modelos
editoriais. As vendas de dicionários e guias de usuários em inglês caíram
40% nos últimos quatro anos. E os mapas, atlas e enciclopédias também não
estão vendendo bem.

Em uma região ainda menos charmosas da indústria editorial, aquela de
publicações científicas e profissionais, a revolução tecnológica já chegou.
A Reed Elsevier, uma grande editora especializada em publicações dirigidas
para usuários profissionais, fez no ano passado vendas eletrônicas no valor
total de US$ 3,7 bilhões.

É fácil perceber que as publicações de referência e profissionais são
adequadas aos meios eletrônicos, mas que os best-sellers de ficção não o são
- ou pelo menos não são adequados aos meios eletrônicos inventados até o
momento.

No ano passado, em meio a grande alvoroço, a Sony lançou o Reader, o mais
sofisticado aparelho eletrônico de leitura já produzido. Ele traz algo
chamado “E Ink”, que força menos os olhos do leitor do que as telas
luminosas normais. O aparelho é capaz de armazenar centenas de livros, e a
sua bateria dura muito tempo. Mas os especialistas que fizeram testes
preliminares com o produto reclamaram da falta de recursos de busca e das
dificuldades para lidar com a Connect, a loja online de livros eletrônicos
da Sony. As vendas têm sido modestas. No momento em que escrevo este artigo,
há boatos de que a Amazon está prestes a lançar o seu próprio leitor
eletrônico, o Kindle. Mas, assim como ocorre com o aparelho da Sony, ninguém
está esperando que a máquina da Amazon seja um sucesso de vendas.

Esses aparelhos se tornarão mais sofisticados e desejáveis, e não se deve
subestimar a possibilidade de que os leitores do futuro achem natural ler
livros em uma tela. No Japão, há autores especializados em obras de ficção
para serem lidas em telefones celulares. Um romance, “What the Angel Gave
Me” (”O Que o Anjo me Deu”), de autoria de alguém que escreve sob o
pseudônimo “Chaco”, registrou mais de um milhão de downloads. No entanto, é
provável que tais projetos permaneçam fora do universo editorial comum por
algum tempo.

Embora a tecnologia ainda não esteja transformando os nossos hábitos de
leitura, ela está modificando a indústria que satisfaz esses hábitos. O
fenômeno mais óbvio tem sido o aumento das vendas de livros pela Internet.
No Reino Unido, por exemplo, a Amazon responde atualmente por 10% de todos
os livros vendidos. Juntamente com os supermercados – que acusaram um
aumento da venda de livros de 70% nos últimos quatro anos -, as vendas pela
Internet provocaram a queda dos lucros das redes de livrarias e das
livrarias independentes. E, com relação aos supermercados, eles contribuíram
para uma cultura de descontos que criou um abismo entre os best-sellers e os
chamados “títulos intermediários” , que mal conseguem ser notados.

As grandes vendas geradas por esses títulos com descontos intensificaram a
competição para adquiri-los e vendê-los. Isso resultou em uma conglomeração,
o que, por sua vez, intensificou ainda mais a competição. Agora somente as
grandes editoras conseguem arcar com os adiantamentos exigidos por esses
livros, e com os orçamentos para fazer propaganda dessas obras. E apenas as
maiores redes de lojas conseguem fornecer os descontos atualmente esperados
pelo mercado. Essas lojas são a Amazon e as redes de supermercados.

Mas a maioria das tendências na indústria editorial é acompanhada por
tendências contrapostas. À medida que os conglomerados aumentam de tamanho,
surge um novo otimismo entre editoras independentes, que acreditam ser
capazes de oferecer obras distintas que as gigantes do setor, com a sua
concentração no mercado de massa, deixam de perceber. E embora várias
livrarias independentes tenham falido, muitas outras estão otimistas.

A tecnologia é responsável por outra tendência oposta. Enquanto os custos de
publicação de livros escritos por celebridades aumentam, caem as despesas
necessárias para simplesmente tornar um livro disponível ao leitor.
Antigamente, autores ambiciosos que não conseguiam fechar um acordo
editorial tinham que pagar uma taxa de US$ 11 mil às editoras. Agora eles
podem publicar os seus textos no Lulu Website de graça. Graças à tecnologia
digital, a impressão e a montagem dos livros também ficaram mais baratas.

Websites como o MySpace e o YouTube oferecem novas formas de fazer promoções
baratas – conforme as grandes editoras estão descobrindo. A forma mais
popular de auto-edição é feita, naturalmente, através dos weblogs. Os blogs
são desprezados com freqüência como sendo apenas mais uma maneira de os
autores não ganharem dinheiro, mas eles podem levar a contratos editoriais
convencionais. Porém, o mais significante são os seus efeitos sobre a
cultura literária e outras formas de comentários na Web – as revisões feitas
por leitores no site da Amazon, por exemplo. O discurso cultural não é mais
determinado por um pequeno grupo de críticos e autores profissionais que
escrevem para jornais e periódicos. Outros agentes estão exercendo uma
influência nesse processo.

A digitalização de textos é a tendência mais revolucionária no universo
editorial – mas não particularmente porque ela permite que os textos sejam
lidos nas telas. No momento, os novos livros estão todos sendo impressos em
papel, montados no formato tradicional, remetidos para depósitos e enviados
destes para as livrarias – e muito provavelmente remetidos de volta para
serem reciclados. É um negócio baseado no desperdício, mas até o momento foi
a única maneira de garantir a variedade que mantém a indústria de livros
saudável.

Este quadro está fadado a mudar. Tecnologias geradas pela Internet e
baseadas na impressão segundo a demanda em breve atingirão um grau de
excelência que possibilitará aos leitores encomendar livros impressos
especialmente para eles, e recebê-los em uma questão de minutos enquanto
aguardam em uma livraria. Tais avanços tecnológicos poderão liquidar vastas
redes de livrarias – que já estão lutando para sobreviver. Os leitores
perderão a chance de vasculhar as estantes de livros, folheando-os antes de
comprá-los. Mas ganharão acesso a uma variedade de livros maior do que já
esteve disponível em qualquer outra época.

A chegada da tecnologia de impressão por demanda, e, em menor grau, do livro
eletrônico, significa que o controle do conteúdo digital será o principal
campo de batalha editorial do futuro. As editoras sabem o que aconteceu com
as gravadoras tão logo tornou-se prático distribuir música eletronicamente.
Elas estão ansiosas para evitar o mesmo destino. Muitas estão tomando ações
antecipadas: a Bloomsbury, a editora com sede em Londres, já deu início à
criação de um depósito digital, assim como a HarperCollins e a Random House
(que reservou uma verba de quase US$ 10 milhões para este fim). Mas eles
encaram um potencial rival no Google, que está engajado em um projeto não
menos ambicioso de tornar todas as informações do mundo disponíveis no
ciberespaço.

Os próximos anos não serão fáceis para a indústria de livros. Várias
editoras ainda precisam descobrir como ganharão dinheiro com o fornecimento
de informações online, e como se adaptarão à distribuição das suas obras
mais populares pela Internet. A garantia dos direitos autorais nesta nova
era é outro desafio. Os vendedores de livros já estão descobrindo que as
mudanças provocadas pela tecnologia não mais permitirão a existência de
grandes livrarias nas quais os títulos que demoram a vender ocupam a maior
parte do espaço físico. Mas a tecnologia não desafiou o livro em si; ela o
promoveu… Para o livro, o futuro é brilhante.

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O balcão de atendimento e o bibliotecário

Balcão de atendimento

Balcão de atendimento

Por Marcos Soares (Bibliotecário da UFPE)
Disponível em: [http://www.ndc.uff.br/portaldereferencia/noticias.asp?cod=1259] 27/09/2008
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As unidades de Informação deveriam ter em seu balcão de atendimento, além de auxiliares administrativos, um bibliotecário para realização do atendimento real e virtual da sua instituição. Onde a receptividade se tornasse a principal qualidade que a equipe do balcão deveria ter, sem fazer distinção ao cliente que esteja atendendo, seja o magistrado ou o homem do cachorro quente.

A presença de um bibliotecário no balcão de atendimento para algumas instituições passa a ser inviável, porque só dispõem de um profissional da informação (polivalente) para administrar a sua unidade informacional. Além disso, muitos bibliotecários não aceitariam atuar no balcão por não gostarem de lidar com o público, outros por priorizarem setores fechados com um grau de maior relevância aos seus clientes. E são realmente. Contudo, o balcão de atendimento também é.

Não desejamos que o bibliotecário fique apenas no “toma lá da cá” quanto a empréstimo e devolução de materiais. Porém, é necessário um profissional da informação presente de “Alma e Corpo” para receber, esclarecer, resolver, direcionar, com a maior transparência possível, as necessidades informacionais dos clientes, que são a razão da nossa existência profissional em qualquer unidade de informação.

Muitas vezes o cliente sai descontente e duvidoso do atendimento quanto aos serviços e produtos oferecidos, por falta de um diálogo sintonizado, o chamado feedback, levando para si, e disseminando para os demais, uma imagem negativa da instituição. E muitos bibliotecários pensam que tudo está caminhando “na santa paz”, mal sabem eles que sua imagem também foi atingida afinal, muita gente pensa que foi atendida por bibliotecários, e infelizmente nem todos os auxiliares e bolsistas que atendem estão comprometidos em desempenharem um atendimento eficaz.

Dessa forma, se o bibliotecário participasse de forma mais ativa do cartão postal de boas vindas dessas unidades informacionais, contribuiriam para uma melhor qualidade no atendimento, além de melhorar a imagem da sua profissão, podendo abrir a caixa de sugestões sem medo, e respondê-la com maior segurança.

M.S.

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Mercado Persa :)


Brindes modernos

Brindes modernos

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Bibliotecária brasileira participou do programa da IFLA/OCLC

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Mais uma bibliotecária brasileira participou do programa da IFLA/OCLC

Disseminar informação, gerar conhecimento, sistematizar aprendizados, são apenas alguns objetivos que permeiam a vida dos bibliotecários e das pessoas comprometidas com a área de informação, de um modo geral. Sobretudo, quando percebemos que mesmo com todas as adversidades é possível reverter o quadro de desigualdades sociais. Precisamos crer neste ideal e fazermos algo, fazermos a diferença.

Para isto, tão importante quanto a base teórica é o aprendizado compartilhado: o que já foi feito e deu certo – ou errado – trocar experiências, informações, cooperar com o trabalho do outro e assim aprimorarmos tanto profissionalmente, como na eliminação de estereótipos que bibliotecários já sofreram e ainda sofrem.

A oportunidade de aprendizado é fascinante, mas além do ambiente acadêmico, da prática profissional, dos estágios e trabalhos voluntários, desconhecia outra forma de trocar experiências e aprender mais com a experiência multicultural, embora, com merecido reconhecimento, as listas de discussão e blogs de nossa área têm eliminado muitas das barreiras de espaço e tempo.

Assim, soube quase por acaso do programa IFLA/OCLC Early Career Development Fellowship anunciado num jornal impresso do CRB8. Estava a caminho do trabalho e,
com a ajuda de um literal empurrão num metrô lotado da Zona Leste de São Paulo, notei aquela divulgação em letras minúsculas.

Mal terminei de ler e senti uma palpitação: percebi a grande oportunidade de ampliar conhecimentos, já que o programa proporciona a discussão e aprendizado
nos temas relacionados à tecnologia da informação e seus impactos nas bibliotecas, gerenciamento de conteúdo digital, operação e gerenciamento de unidades de informação e cooperação global.

Além da troca de experiências com colegas de outros quatro países em desenvolvimento e, no último ano, além do Brasil, houve bibliotecários dos seguintes países: Philipinas, Sérvia, Jamaica e Gana. Houve ainda um grande aprendizado proporcionado por um bibliotecário de Ruanda, entre outros profissionais de diversas origens que encontramos.

O programa é patrocinado pela IFLA – International Federation of Library Associations and Institutions, OCLC – Online Computer Library Center e ATLA – American Theological Library Association, três grandes instituições internacionais nas áreas de Biblioteconomia, Tecnologia da Informação e Ciência da Informação.

Ao pesquisar no site da OCLC para obter mais informações sobre o programa e inscrição, verifiquei que uma brasileira já havia sido selecionada, Janete Saldanha Bach Estevão, da Fundação Boticário e, por este motivo, não imaginava que seria selecionada no ano seguinte, ainda mais por serem apenas cinco vagas para bibliotecários com até cinco anos de formação em países em desenvolvimento. De fato, eu estava enganada, na verdade? uma porta foi aberta? e encontrei na Janete todo o apoio e incentivo para participar deste programa, além de compartilharmos alguns projetos.

Como a Janete relatou neste blog em 20 de março de 2007, além de encaminhar a inscrição e um texto contendo o motivo pelo qual o candidato deseja participar do programa, também são necessárias três cartas de recomendações provenientes de diferentes instituições que afirmem o comprometimento do candidato em transferir aprendizados e contínuo crescimento profissional.

Trabalho na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, sei que é utópico o desejo de mudar o mundo, mas não posso deixar o desejo de pelo menos fazer a diferença ao trabalho dos técnicos, estudantes e pesquisadores que diariamente consultam o nosso acervo.

No final de 2007 participei da III Semana de Biblioteconomia da ECA/USP, onde houve a oportunidade de compartilhar um pouco do que vi, aprendi e algumas fotos. A palestra foi gravada, entre outras atividades do evento e está disponível no site <http://semanabiblio.googlepages.com/>

Obrigada pela oportunidade de compartilhar estas informações e espero que possam ser úteis também aos amigos deste blog.

Forte abraço,
Elisangela Alves Silva
Bibliotecária
São Paulo – SP
www.fundabrinq.org.br/biblioteca

Mais…

http://www.ifla.org/

http://filipinolibrarian.blogspot.com/2007/12/what-have-i-learned-as-iflaoclc-fellow.html

http://www.ndc.uff.br/portaldereferencia/noticias.asp?cod=783

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Bibliotecários (ou quase:) famosos

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Créditos:
Post original Wikipédia, a enciclopédia livre
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM – Idéias que Atravessam Fronteiras
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Esta é uma lista de bibliotecários ou de pessoas que têm cargo de bibliotecário na prática e são famosos, ou pessoas que contribuíram para a profissão em algum outro campo.

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Biografia: Shiyali Ramamrita Ranganathan

Ranganathan

Shiyali Ramamrita Ranganathan foi um matemático e bibliotecário indiano, nascido no dia 9 de agosto 1892, na vila rural de Shiyali. Sua principal contribuição ao campo da ciência da biblioteca é o desenvolvimento do primeiro sistema de classificação analítico-sintético, a classificação dos dois pontos. É considerado o pai da ciência da biblioteca na India. Veio de família da classe média da India Britânica. Começou sua vida profissional como um matemático. Obteve os graus de B.A. e M.A. em matemática na faculdade cristã de Madras, em sua província.

Seu objetivo era ensinar a matemática, e como professor publicou uma série de artigos, a maioria sobre a história da matemática. Porém, sua carreira como educador esbarrou em seu problema de gaguejar (uma dificuldade que ele superou gradualmente em sua vida profissional). Muitos diziam que ele era viciado por trabalho (workaholic). Durante duas décadas em Madras, trabalhou por longo tempo 13 horas por dia, sete dias por semana, sem tirar férias. Embora casando em novembro 1928, retornou para trabalhar à tarde depois da cerimônia. Teve somente um filho com sua esposa, Sarana.

Os anos de trabalho em Madras foram dedicados à administração e classificação de bibliotecas. Durante este período que produziu suas cinco leis da ciência da biblioteca (1931) e do sistema de classificação dos dois pontos (1933).

As cinco leis são a semente de toda a prática de Ranganathan:
* Os livros são para serem usados.
* Para cada leitor o seu livro
* Para cada livro o seu leitor
* Poupe o tempo do leitor
* A biblioteca é um organismo crescente

As leis parecerem simples na primeira leitura, mas sumarizam muito do que a comunidade informação ainda acredita. Ranganathan viu estas leis como a lente através da qual os especialistas podem decidir o seu fazer e ajustar atividades permanecendo focalizado no usuário.

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‘O caçador de pipas’ chega aos cinemas

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Créditos:
Post original Débora Miranda
Blog G1 (BR)
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM – Idéias que Atravessam Fronteiras
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Alguns milhões de livros vendidos depois, chega ao Brasil nesta sexta-feira (18) a adaptação cinematográfica de “O caçador de pipas”, best-seller do autor afegão Khaled Hosseini.

Lançado em 2003, ou seja, apenas dois anos depois dos atentados de 11 de setembro e da invasão dos Estados Unidos no Afeganistão, o livro surgiu do nada e não precisou de muito tempo para entrar na lista dos mais vendidos.
A jornada de “O caçador de pipas” começa nos anos 70, em um Afeganistão bem diferente do de hoje.
Amir (quando jovem interpretado por Zekiria Ebrahimi e, quando adulto, vivido por Khalid Abdalla) é um menino tímido, que gosta de escrever histórias e foge de encrencas. Seu melhor –e único- amigo é Hassan (Ahmad Khan Mahmoodzada), filho do empregado de seu pai, que o protege e dedica a ele idolatria total.

 capipas.jpg

O passatempo preferido da dupla é empinar pipas, e Hassan tem um dom especial para encontrá-las, quando cortadas, antes das outras crianças. Enquanto uma dúzia de garotos correm pelas ruas de Cabul seguindo as pipas coloridas, Hassan já sabe exatamente onde cada uma delas cairá. E lá aguarda, confiante.
Mas é justamente em um torneio de pipas que a amizade dos dois toma um rumo diferente. Hassan vai sozinho atrás de uma pipa e acaba sendo encurralado por meninos que, por preconceito com sua etnia, o violentam. Amir assiste a tudo, escondido e com medo de intervir. Só que, mais tarde, passa a ser torturado pela culpa e o arrependimento, e não tolera mais a presença do amigo.
Os dois se afastam, magoados, mas têm de enfrentar problemas mais graves quando a União Soviética invade o Afeganistão e, depois, quando o Talebã domina o país. Amir e seu pai são obrigados a fugir do país e a reconstruir a vida como refugiados nos Estados Unidos. Lá, Amir vira adulto, faz faculdade e se apaixona. Mas a vida, que parecia ter ficado na calmaria, muda novamente de rumos, e ele terá de voltar a Cabul para encarar seu passado.

LEIA MAIS 

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Muniz Sodré, Gilberto Gil e os Direitos Autorais

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Créditos:
Post original Renato Pacca
Blog Traduzindo o juridiquês (BR)
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM – Idéias que Atravessam Fronteiras
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O Segundo Caderno de O GLOBO publicou uma entrevista com o professor Muniz Sodré, presidente da Biblioteca Nacional.

Perguntado sobre a evolução do direito autoral, saiu-se com esta: “O Gil está particularmente interessado nessa questão. Como presidente da Biblioteca, tenho de defender o copyright e os direitos, mas, pessoalmente, acho que isso acabou”.
A Biblioteca Nacional é a responsável no Brasil pelo ISBNInternational Standard Book Number, um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros. Mantém ainda em funcionamento, desde 1898, o Escritório de Direitos Autorais, com a missão de registrar as obras intelectuais e dar aos autores segurança quanto ao direito sobre sua obra, nos termos da legislação autoral, legislação essa que o professor particularmente acha que acabou.
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Métodos de visualização de informação II

 

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Créditos:
Post original BJR
Blog www.uncovering.org (PT)
Reprodução: Blog DADOS EM COMUM – Idéias que Atravessam Fronteiras
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Quando encontramos formas de representar e apresentar a informação, seja ela qual for, temos também a responsabilidade de transmitir uma mensagem que seja clara, objetiva e eficiente. Começam já a surgir diversas propostas de representação, sendo algumas delas incrivelmente sofisticadas e… belas. Na continuidade do artigo Métodos de visualização de informação – #1, ficam mais algumas propostas.
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Métodos de visualização de informação I

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Créditos:
Post original BJR
Blog www.uncovering.org (PT)
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Com o crescente número computadores por toda a Internet, cada vez mais interligados e com facilidades de mistura de dados através da vulgarização dos micro formatos, a informação sofre cada vez mais mutações, ganhando detalhe e profundidade à medida que o tempo passa. Assim, é cada vez mais urgente encontrar formas criativas de organizar e representar grandes volumes de informação, uma vez que esta somente será válida e útil se encontrarmos uma forma simples de a representar.

Quando queremos apresentar resultados pensamos numa tabela, histograma ou mesmo um gráfico de barras que, à primeira vista, poderá parecer suficiente. Mas se quisermos misturar números, pessoas, notícias, tendências, websites e mesmo interligações e largura de banda, a tarefa aparentemente simples poderá transformar-se num colossal desafio à imaginação. Os contornos deste exercício assumem os princípios da criação artística, o resultado pode ser bonito, elegante e fascinante.

No entanto, quando encontramos forma de representar e apresentar a informação, seja ela qual for, temos também a responsabilidade de transmitir uma mensagem cara, objetiva e eficiente.
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Citação:Conteúdo de blogs

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Créditos:
Post original Tiago Murakami
Blog www.bsf.org.br
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No Guia de Estilo para redação de trabalhos acadêmicos da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos reconheceu os blogs como fonte de informação e criou um padrão para citação de textos em blogs. Bem…elaborei meu próprio estilo de citação (acima).

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PROUNI: Documentos para inscrição

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Créditos:
Post original
André Gazola
Blog www.lendo.org
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Daqui há alguns dias iniciam-se as inscrições para o processo seletivo 1/2008 do PROUNI, o Programa Universidade Para Todos

Para quem fez e tirou uma boa nota no ENEM (mínimo de 45), essa é a chance de conseguir uma ajuda para entrar na faculdade. Mesmo quem já está cursando o nível superior, como eu, pode tentar conseguir a bolsa, basta ter feito o ENEM desse ano.

Porém, uma das maiores dificuldades e maiores motivos de perda dessa chance, é o problema de não conseguir os documentos necessários para comprovar a renda familiar.

Para as bolsas integrais, o PROUNI exige uma renda de, no máximo R$570,00 por pessoa e para as bolsas parciais, a renda deve ser de R$1140,00.

Só que minha gente, tudo isso precisa ser comprovado!

Vamos listar os documentos e descobrir onde podemos consegui-los. Mas antes disso, lembre-se: você precisa dos originais E das fotocópias (xerox) desses documentos.

  1. Carteira de identidade e CPF do candidato (duas cópias): Bem, esses são simples, não vá me dizer que você, com 17 anos, ainda não tem CPF ou identidade. Caso você viva no meio do mato e, apesar disso tenha acesso à internet para estar lendo esse texto, procure uma agência dos correios para fazer seu CPF. Lá eles também podem lhe indicar o melhor lugar para fazer sua carteira de identidade.
  2. Carteira de identidade dos demais membros do grupo familiar, podendo ser apresentada certidão de nascimento no caso dos menores de 18 anos. Simples também. Caso alguém da sua família não tiver os documentos, procure uma agência dos correios, como no item acima.
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Sobre Victor Hugo/Frejat/Jockymann

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Outro dia publicamos um post sobre a a ligação da música “amor pra recomeçar” do Frejat (vocalista do Barão Vermelho) e a poesia “Desejos” , do Francês Victor Hugo. Depois recebemos um comentário interessante de uma leitora (Licka! muito obrigado:) que nos alertava sobre a possibilidade desta poesia ser de um jornalista gaúcho chamado Sérgio Jockymann. A poesia escrita por Jockymann chama-se “Os votos”  e existe uma confusão que rola em torno da autoria destes versos. Leia o post original que gerou esta segunda publicação:
http://dadosemcomum.wordpress.com/2007/08/12/victor-hugo-para-iniciantes/

Quem souber mais informações sobre este “rolo”, por favor deixe um comentário.

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XML e Web 2.0 tomarão nosso emprego?

Olá, pessoas!

É minha primeira vez aqui. Estamos nos ambientando.

Segue um vídeo bacana sobre Web 2.0 e XML. Não consegui “upar” o vídeo, por isso vai o link.

A Web somos nós

O argumento é em favor da Web social. É um caminho sem volta, é nosso futuro, é nosso presente. Pensa aí num catálogo de biblioteca em que os usuários podem sugerir tags para cada livro. Seria fenomenal, não?!

Tutorial para ver o vídeo.

Para quem não conhece, DotSub é um serviço de adição de legendas ao seu vídeo. É colaborativo, via de regra. Junto à barra de rolagem do player, há duas setinhas que possibilitam a escolha do idioma da legenda. Sugiro uma visitinha a DotSub.

Era isso. Abraço cordial, direto do Distrito Federal.

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Marisa Monte na China

Caminhando nas ruas de Macau me deparei com o an”uncio do show da Marisa Monte. Macau foi uma colônia Portuguesa aqui na China, mas agora voltou a pertencer a nação original. O que sobrou do tempo dos portuguêses é a infinidade de placas em Chinês e Português espalhadas pelo território. Se vê muito poucos habitantes que falem português, mas ligando a TV no hotel se encontra um canal com programação em nossa lingua. É sempre interessante encontral algo lembrando nossa terra natal aqui tão longe do Brasil.

MarisaMonteEmMacau

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CONCEITOS DE PRESERVAÇÃO DIGITAL

Preservação digital

Livro sobre preservação digital é disponibilizado no site da Universidade do Minho.  Teve sua origem na tese de doutoramento do pesquisador Miguel Ferreira: “Introdução à Preservação Digital – Conceitos, estratégias e actuais consensos” .

https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/5820/1/livro.pdf

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